You'll get invited to our Meetups as soon as they're scheduled!
SF *Brazilian* Portuguese Language (and dancing!) Meetups Message Board › The little Brazilian Space
| Rodrigo | |
|
|
Roberto Carlos / Daniela Mercury
Como é grande o meu amor por voçe Eu tenho tanto Prá lhe falar Mas com palavras Não sei dizer Como é grande O meu amor Por você... E não há nada Prá comparar Para poder Lhe explicar Como é grande O meu amor Por você... Nem mesmo o céu Nem as estrelas Nem mesmo o mar E o infinito Não é maior Que o meu amor Nem mais bonito... Me desespero A procurar Alguma forma De lhe falar Como é grande O meu amor Por você... Nunca se esqueça Nem um segundo Que eu tenho o amor Maior do mundo Como é grande O meu amor Por você...(2x) Mas como é grande O meu amor Por você!... |
| Rodrigo | |
|
|
Oswaldo Montenegro
Metade Que a força do medo que tenho Não me impeça de ver o que anseio Que a morte de tudo em que acredito Não me tape os ouvidos e a boca Porque metade de mim é o que eu grito Mas a outra metade é silêncio. Que a música que ouço ao longe Seja linda ainda que tristeza Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada Mesmo que distante Porque metade de mim é partida Mas a outra metade é saudade. Que as palavras que eu falo Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor Apenas respeitadas Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos Porque metade de mim é o que ouço Mas a outra metade é o que calo. Que essa minha vontade de ir embora Se transforme na calma e na paz que eu mereço Que essa tensão que me corrói por dentro Seja um dia recompensada Porque metade de mim é o que eu penso mas a outra metade é um vulcão. Que o medo da solidão se afaste, e que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável. Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso Que eu me lembro ter dado na infância Por que metade de mim é a lembrança do que fui A outra metade eu não sei. Que não seja preciso mais do que uma simples alegria Pra me fazer aquietar o espírito E que o teu silêncio me fale cada vez mais Porque metade de mim é abrigo Mas a outra metade é cansaço. Que a arte nos aponte uma resposta Mesmo que ela não saiba E que ninguém a tente complicar Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer Porque metade de mim é platéia E a outra metade é canção. E que a minha loucura seja perdoada Porque metade de mim é amor E a outra metade também. |
| Rodrigo | |
|
|
Oswaldo Montenegro
Bandolins Como fosse um par que Nessa valsa triste Se desenvolvesse Ao som dos Bandolins... E como não? E por que não dizer Que o mundo respirava mais Se ela apertava assim Seu colo como Se não fosse um tempo Em que já fosse impróprio Se dançar assim Ela teimou e enfrentou O mundo Se rodopiando ao som Dos bandolins... Como fosse um lar Seu corpo a valsa triste Iluminava e a noite Caminhava assim E como um par O vento e a madrugada Iluminavam a fada Do meu botequim... Valsando como valsa Uma criança Que entra na roda A noite tá no fim Ela valsando Só na madrugada Se julgando amada Ao som dos Bandolins... |
| Rodrigo | |
|
|
Alceu Valença
Anunciação Na bruma leve das paixões Que vêm de dentro Tu vens chegando Prá brincar no meu quintal No teu cavalo Peito nu, cabelo ao vento E o sol quarando Nossas roupas no varal...(2x) Tu vens, tu vens Eu já escuto os teus sinais Tu vens, tu vens Eu já escuto os teus sinais... A voz do anjo Sussurrou no meu ouvido Eu não duvido Já escuto os teus sinais Que tu virias Numa manhã de domingo Eu te anuncio Nos sinos das catedrais... Tu vens, tu vens Eu já escuto os teus sinais Tu vens, tu vens Eu já escuto os teus sinais... Ah! ah! ah! ah! ah! ah! Ah! ah! ah! ah! ah! ah!... Na bruma leve das paixões Que vem de dentro Tu vens chegando Prá brincar no meu quintal No teu cavalo Peito nu, cabelo ao vento E o sol quarando Nossas roupas no varal... Tu vens, tu vens Eu já escuto os teus sinais Tu vens, tu vens Eu já escuto os teus sinais... A voz do anjo Sussurrou no meu ouvido Eu não duvido Já escuto os teus sinais Que tu virias Numa manhã de domingo Eu te anuncio Nos sinos das catedrais... Tu vens, tu vens Eu já escuto os teus sinais Tu vens, tu vens Eu já escuto os teus sinais... Ah! ah! ah! ah! ah! ah! Ah! ah! ah! ah! ah! ah! Ah! ah! ah! ah! ah! ah! Ah! ah! ah! ah! ah! ah!... |
| Rodrigo | |
|
|
Alceu Valença
Morena Tropicana Da manga rosa Quero gosto e o sumo Melão maduro, sapoti juá Jaboticaba teu olhar noturno Beijo travoso de umbú cajá... Pele macia Ai! carne de cajú Saliva dôce Dôce mel Mel de uruçú... Linda morena Fruta de vez temporana Caldo de cana caiana Vem me desfrutar Linda morena Fruta de vez temporana Caldo de cana caiana Vou te desfrutar... Morena Tropicana Eu quero teu sabor Ai, ai, ioiô, ioiô...(2x) Da manga rosa Quero gosto e o sumo Melão maduro, sapoti juá Jaboticaba teu olhar noturno Beijo travoso de umbú cajá... Pele macia Ai! carne de cajú Saliva dôce Dôce mel Mel de uruçú... Linda morena Fruta de vez temporana Caldo de cana caiana Vou te desfrutar Linda morena Fruta de vez temporana Caldo de cana caiana Vem me desfrutar... Morena Tropicana Eu quero teu sabor Ai, ai, ioiô, ioiô...(2x) Morena Tropicana Eu quero teu sabor Ai, ai, ioiô, ioiô...(2x) Da manga rosa Quero gosto e o sumo Melão maduro, sapoti juá Jaboticaba teu olhar noturno Beijo travoso de umbú cajá... Pele macia Ai! carne de cajú Saliva dôce Dôce mel Mel de uruçú... Linda morena Fruta de vez temporana Caldo de cana caiana Vou te desfrutar Linda morena Fruta de vez temporana Caldo de cana caiana Vem me desfrutar... Morena Tropicana Eu quero teu sabor Ai, ai, ioiô, ioiô...(2x) Morena Tropicana!... |
| Rodrigo | |
|
|
Djavan
Um Dia Frio Um dia frio Um bom lugar prá ler um livro E o pensamento lá em você Eu sem você não vivo Um dia triste Toda fragilidade incide E o pensamento lá em você E tudo me divide (bis) Longe da felicidade e todas as suas luzes Te desejo como ao ar Mais que tudo És manhã na natureza das flores Mesmo por toda riqueza dos sheiks árabes Não te esquecerei um dia Nem um dia Espero com a força do pensamento Recriar a luz que me trará você E tudo nascerá mais belo O verde faz do azul com o amarelo O elo com todas as cores Pra enfeitar amores gris(bis) Um dia frio Um bom lugar prá ler um livro E o pensamento lá em você Eu sem você não vivo Um dia triste Toda fragilidade incide E o pensamento lá em você E tudo me divide Mesmo por toda riqueza dos sheiks árabes Não te esquecerei um dia Nem um dia Espero com a força do pensamento Recriar a luz que me trará você E tudo nascerá mais belo O verde faz do azul com o amarelo O elo com todas as cores Pra enfeitar amores gris |
| Rodrigo | |
|
|
Fagner
Canteiros (Nota do vídeo!) Baseado no poema "Marcha" de Cecília Meireles. No poema, Cecília diz: "Quando penso no teu rosto,fecho os olhs de saudade; tenho visto muita coisa, menos a felicidade. Soltam-se os meus dedos ristes, do sonho claro que invento. Nem aquilo que imagino já me dá contentamento". ------------ P.S.: Esta música me faz chorar copiosamente de saudades do Brasil, e de minha mãe. "é que eu sou bem moço pra tanta tristeza deixemos de coisa, cuidemos da vida pois se chega a morte ou coisa parecida nos arrasta moço, sem ter visto a vida" simples... ------------- Quando penso em você Fecho os olhos de saudade Tenho tido muita coisa Menos a felicidade Correm os meus dedos longos Em versos tristes que invento Nem aquilo a que me entrego Já me dá contentamento Pode ser até manhã Sendo claro, feito o dia Mas nada do que me dizem me faz sentir alegria (Refrão 2X) Eu só queria ter do mato Um gosto de framboesa Pra correr entre os canteiros E esconder minha tristeza E eu ainda sou bem moço pra tanta tristeza ... E deixemos de coisa, cuidemos da vida Senão chega a morte Ou coisa parecida E nos arrasta moço Sem ter visto a vida É pau, é pedra, é o fim do caminho É um resto de toco, é um pouco sozinho É um caco de vidro, é a vida, é o sol É a noite, é a morte, é um laço, é o anzol São as águas de março fechando o verão É promessa de vida em nosso coração. Edited by Rodrigo on Sep 27, 2009 2:30 AM |
| Rodrigo | |
|
|
Tom Jobim - Elis Regina
Águas de Março (English subs) É pau, é pedra, é o fim do caminho É um resto de toco, é um pouco sozinho É um caco de vidro, é a vida, é o sol É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol É peroba do campo, é o nó da madeira Caingá, candeia, é o MatitaPereira É madeira de vento, tombo da ribanceira É o mistério profundo, é o queira ou não queira É o vento ventando, é o fim da ladeira É a viga, é o vão, festa da cumeeira É a chuva chovendo, é conversa ribeira Das águas de março, é o fim da canseira É o pé, é o chão, é a marcha estradeira Passarinho na mão, pedra de atiradeira É uma ave no céu, é uma ave no chão É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão É o fundo do poço, é o fim do caminho No rosto o desgosto, é um pouco sozinho É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto É um pingo pingando, é uma conta, é um conto É um peixe, é um gesto, é uma prata brilhando É a luz da manhã, é o tijolo chegando É a lenha, é o dia, é o fim da picada É a garrafa de cana, o estilhaço na estrada É o projeto da casa, é o corpo na cama É o carro enguiçado, é a lama, é a lama É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã É um resto de mato, na luz da manhã São as águas de março fechando o verão É a promessa de vida no teu coração É uma cobra, é um pau, é João, é José É um espinho na mão, é um corte no pé São as águas de março fechando o verão, É a promessa de vida no teu coração É pau, é pedra, é o fim do caminho É um resto de toco, é um pouco sozinho É um passo, é uma ponte, é um sapo, é uma rã É um belo horizonte, é uma febre terçã São as águas de março fechando o verão É a promessa de vida no teu coração pau, pedra, fim, caminho resto, toco, pouco, sozinho caco, vidro, vida, sol, noite, morte, laço, anzol São as águas de março fechando o verão É a promessa de vida no teu coração. |
| Rodrigo | |
|
|
Gilberto Gil
Não Chore Mail / No woman, no cry --------- (Adendo meu!) Note na letra outra marca da história e da Ditadura militar: "Amigos presos, Amigos sumindo assim, Prá nunca mais, Tais recordações, Retratos do mal em si, Melhor é deixar prá trás..." --------- No Woman, No Cry No Woman, No Cry No Woman, No Cry No Woman, No Cry... Bem que eu me lembro Da gente sentado ali Na grama do aterro, sob o sol Ob-observando hipócritas Disfarçados, rondando ao redor... Amigos presos Amigos sumindo assim Prá nunca mais Tais recordações Retratos do mal em si Melhor é deixar prá trás... Não, não chore mais Não, não chore mais Oh! Oh! Não, não chore mais Oh! Oh! Oh! Oh! Oh! Não, não chore mais Hê! Hê!... Bem que eu me lembro Da gente sentava ali Na grama do aterro, sob o céu Ob-observando estrelas Junto à fogueirinha de papel... Quentar o frio Requentar o pão E comer com você Os pés, de manhã, pisar o chão Eu sei a barra de viver... Mas, se Deus quiser! Tudo, tudo, tudo vai dar pé Tudo, tudo, tudo vai dar pé Tudo, tudo, tudo vai dar pé Tudo, tudo, tudo vai dar pé Tudo, tudo, tudo vai dar pé Tudo, tudo, tudo vai dar pé... No Woman, No Cry No Woman, No Cry No Woman, No Cry Uh! Uh! Uh!... Não, não chore mais Menina não chore assim! Não, não chore mais Oh! Oh! Oh! No Woman, No Cry No Woman, No Cry Não, não chore mais Não chore assim Não, não chore mais Hê! Hê! |
| Rodrigo | |
|
|
Brasil e o Rap - Hip Hop
(Adendo meu!)O rap e o hip hop sempre foi muito forte em São Paulo. Inspirado no movimento "Nova Yorkino" dos anos 70, como Run DMC e outros o rap chegou como forma definitiva de comunicação entre as zonas periféricas paulistas. Atingiu o país todo em 1994 com Racionais MC e de lá para cá, muitas bandas apareceram, como MV Bill no Rio de Janeiro, "Xis" em São Paulo e muitos outros. MV BIll Soldado do Morro Minha condição é sinistra não posso dar rolé Não posso ficar de bobeira na pista Na vida que eu levo eu não posso brincar Eu carrego uma nove e uma hk Pra minha segurança e tranqüilidade do morro Se pa se pam eu sou mais um soldado morto Vinte e quatro horas de tensão Ligado na policia bolado com os alemão Disposição cem por cento até o osso Tem mais um pente lotado no meu bolso Qualquer roupa agora eu posso comprar Tem um monte de cachorra querendo me dar De olho grande no dinheiro esquecem do perigo A moda por aqui é ser mulher de bandido Sem sucesso mantendo o olho aberto Quebraram mais um otário querendo ser esperto Essa porra me persegue até o fim Nesse momento minha coroa ta orando por mim É assim demorou já é Roubaram minha alma mas não levaram minha fé Não consigo me olhar no espelho Sou combatente coração vermelho Minha mina de fé ta em casa com o meu menor Agora posso dar do bom e melhor Varias vezes me senti menos homem Desempregado meu moleque com fome É muito fácil vir aqui me criticar A sociedade me criou agora manda me matar Me condenar e morrer na prisão Virar noticia de televisão Seria diferente se eu fosse mauricinho Criado a sustagem e leite ninho Colégio particular depois faculdade Não, não é essa minha realidade Sou caboquinho comum com sangue no olho Com ódio na veia soldado do morro Feio e esperto com uma cara de mal A sociedade me criou mais um marginal Eu tenho uma nove e uma hk Com ódio na veia pronto para atirar(2x) Um pelo poder dois pela grana Tem muito cara que entrou pela fama Plantou na boca tendo outra opção Não durou quase nada amanheceu no valão Porque o papo não faz curva aqui o papo é reto Ouvi isso de um bandido mais velho Plantado aqui eu não tenho irmão Só o cospe chumbo que ta na minha mão Como pássaro que defende seu ninho Arrebento o primeiro que cruzar meu caminho Fora da lei chamado de elemento Agora o crime que dá o meu sustento JÁ pedi esmola JÁ me humilhei Fui pisoteado só eu sei que eu passei Eu to ligado não vai justificar Meu tempo é pequeno não sei o quanto vai durar É pior do que pedir favor Arruma um emprego tenho um filho pequeno, seu doutor Fila grande eu e mais trezentos Depois de muito tempo sem vaga no momento A mesma história todo dia é foda É issu tudo que gera revolta Me deixou desnorteado mais um maluco armado Tô ligado bolado quem é o culpado? Que fabrica a guerra e nunca morre por ela Distribui a droga que destrói a favela Fazendo dinheiro com a nossa realidade Me deixaram entre o crime e a necessidade Feio e esperto com uma cara de mal A sociedade me criou mas um marginal Eu tenho uma nove e uma hk Com ódio na veia pronto para atirar(2x) A violência da favela começou a descer pro asfalto Homicídio seqüestro assalto Quem deveria dar a proteção Invade a favela de fuzil na mão Eu sei que o mundo que eu vivo é errado Mas quando eu precisei ninguém tava do meu lado Errado por errado quem nunca errou? Aquele que pede voto também JÁ matou Me colocou no lado podre da sociedade Com muita droga muita arma muita maldade Vida do crime é suicídio lento Bangu 1 2 3 meus amigos lá dentro Eu tô ligado qual é.. sei qual é o final Um saldo negativo.. menos um marginal Pra sociedade contar um a menos na lista E engordar a triste estatística De jovens como eu que desconhessem o medo Seduzidos pelo crime desde muito cedo Mesmo sabendo que não há futuro Eu não queria ta nesse bagulho JÁ to no prejuízo um tiro na barriga Na próxima batida quem sabe levam minha vida Eu vou deixar meu moleque sozinho Com tendência a trilhar meu caminho Se eu cair só minha mãe vai chorar Na fila tem um monte querendo entrar no meu lugar Não sei se é pior virar bandido Ou se matar por um salário mínimo Eu no crime ironia do destino Minha mãe tá preocupada seu filho está perdido Enquanto não chegar a hora da partida A gente se cruza nas favelas da vida Feio e esperto com uma cara de mal A sociedade me criou mas um marginal Eu tenho uma nove e uma hk Com ódio na veia pronto para atirar Feio e esperto com uma cara de mal A sociedade me criou mas um marginal Eu tenho uma nove e uma hk Com ódio na veia pronto para atirar Feio e esperto com uma cara de mal A sociedade me criou mais um marginal Eu tenho uma nove e uma hk Com ódio na veia pronto para atirar(3x) |